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Plenamente
integrado ao cotidiano da cidade, o Mangal reproduz num espaço
naturalístico as diferentes macro-regiões da flora
paraense: as matas de terra firme, as matas de várzea
e os campos. Uma poética síntese do ambiente amazônico
no coração urbano. Um exemplo de como se relacionar
conscientemente com a natureza. Reunindo idéias de recuperação,
pedagogia e lazer, o projeto teve como principal ponto de partida
a preservação do Aningal, vegetação
nativa predominante na área onde o complexo foi construído.
O parque harmoniza
aspectos de prazer e comodidade. Os visitantes têm a chance
de fazer seu olhar sobrevoar pontos especiais como o grande lago
central, os caminhos sinuosos, os canteiros coloridos, as áreas
de estar e os equipamentos de lazer e serviços. Os lagos
artificiais do complexo receberam aves pernaltas, marrecos e quelônios
criteriosamente selecionados. Recantos com caramanchões em
madeira criam oásis de sombra perfeitos para o descanso.
Hoje, é
do Mangal das Garças que o encanto bate asas e se lança
pelo horizonte do eco-turismo amazônico. Ave de vôo
elegante, o parque leva em cada asa a modernidade, a originalidade
e o conforto.
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